12 de agosto de 2025
13º salário e a oportunidade de reorganização financeira
O fim do ano traz uma janela estratégica para a regularização de dívidas. Entre essas oportunidades, o 13º salário se destaca como um instrumento valioso para retomar o controle das finanças. Na Angeza, enxergamos esse momento como mais do que uma simples quitação. Vemos como a oportunidade de transformar um débito em um novo ponto de partida.
A realidade dos números
Dados da Serasa Experian apontam que, em outubro de 2025, o Brasil contabilizou cerca de 80,4 milhões de pessoas com nome negativado, além de R$ 509 bilhões em dívidas acumuladas. Os dados do principal indicador de inadimplência no país apontam crescimento recorde no volume de inadimplentes em outubro: com 80,4 milhões de endividados, o mês se tornou o com maior número de inadimplentes em toda a série histórica.
Já o SPC Brasil e a CNDL indicam que aproximadamente 41,5% dos adultos brasileiros estavam negativados em fevereiro de 2025, ou seja, mais de 68 milhões de consumidores.
Esses dados evidenciam que a inadimplência não é um problema isolado, é um problema intrínseco à realidade de milhões de brasileiros, e exige ação estratégica.
Quando a parcela extra chega, representa uma receita adicional que pode funcionar como alívio imediato para dívidas antigas. Utilizando esse valor para renegociar ou quitar pendências o inadimplente:
- Diminui encargos financeiros;
- Melhora seu histórico de crédito;
- Evita que o débito cresça com juros e correções.
Na Angeza, encaramos essa oportunidade como parte de um plano maior, que é recuperar dignidade financeira e restabelecer equilíbrio. Nosso foco não é apenas cobrar: é renegociar, humanizar a relação e propor soluções que atendam à realidade de cada pessoa ou empresa.
Transformar finanças é possível
Pesquisa da CNN Brasil aponta que uma grande parcela de inadimplentes comprometem mais de 70% da renda com contas atrasadas. Com isso, usar o 13º para renegociar torna-se uma medida inteligente de curto e médio prazo.
Convidamos você a ver esse momento como a virada que permite recuperar autonomia financeira. O apoio certo, no momento certo, pode fazer toda a diferença.